Mercado de suplementos cresceu 9% em 2018, comemora ASBRAM

Nesta segunda, 20, o Giro do Boi levou ao ar entrevista com Ademar Leal, presidente da Asbram, a Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais. Ele voltou ao Giro do Boi depois de dois meses para atualizar informações sobre o fechamento de duas de três fábricas de ureia da Petrobras, que pode impactar o preço do insumo, e tabelamento do frete, que poderia inviabilizar o custo final do produto.

Leal revelou que de janeiro a julho deste ano, o setor teve desempenho positivo e cresceu em relação a 2017. “No acumulado dos sete meses de 2018, a entrega de suplementos pelos associados da Asbram, que representam 70% do mercado nacional, cresceu 9% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso faz com que a gente tenha segurança de que realmente o pecuarista está aprendendo a usar, está vendo os benefícios, está ciente de que se não for para esse lado, a pecuária fica pior. Se está difícil usando corretamente, sem o uso (de suplementos) é praticamente impossível”, afirmou.

O presidente da associação ainda listou quais são os estados que mais consomem suplementos minerais para a pecuária, chamando atenção para o estado de Rondônia, que tem o sexto maior rebanho bovino do país, mas ocupa a quarta colocação entre os maiores consumidores de suplementos.

1 – Mato Grosso;
2 – Mato Grosso do Sul;
3 – Goiás;
4 – Rondônia.

Leal ainda tranquilizou os produtores quanto ao possível aumento do preço dos produtos por conta do fechamento de duas de três fábricas de ureia da Petrobras (uma em Camaçari-BA e outra em Laranjeiras-SE). As unidades deverão mesmo fechar, mas a empresa, que é responsável por fornecer 95% da ureia utilizada nos suplementos para os bovinos, assegurou compensar aumentando a capacidade de produção de sua fábrica em Araucária, no Paraná.

“Nós temos uma notícia boa para dar para os pecuaristas. A Petrobras vai fechar, pelo que tudo indica e eles sinalizaram, as duas fábricas das três que ela possui, que ficam em Camaçari-BA e Laranjeiras-SE, e a de Araucária-PR vai proporcionar um aumento da produção. Eles nos sinalizaram isso, vieram até em reunião nossa, (dizendo) que vão continuar e atender o mercado. Eles terão volume para atender o mercado de ureia da pecuária”, garantiu Ademar.

Na entrevista, Leal ainda comentou o impasse em relação ao tabelamento do frete, que segue em discussão no STF, mas cuja decisão só deve acontecer após as próximas eleições.

Fonte: girodoboi

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