“Nos últimos anos tivemos um impulso muito grande no uso da tecnologia com o surgimento dos produtos farmacêuticos para Inseminação Artificial em Tempo Fixo – IATF”, diz Saud.
O gestor aponta ainda que o desafio da Asbia é ampliar o uso da inseminação artificial tanto na pecuária de corte quanto na leiteira.
A Asbia representa 95% do mercado brasileiro de inseminação artificial e conta atualmente com 32 associados, entre empresas de inseminação artificial, de produção de embriões, de nutrição animal, associações de raça, além de laboratórios envolvidos na área de reprodução bovina.
Fonte: Estadão, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.